Guillaume Broche diz que próximo título da Sandfall pode não repetir o mesmo impacto do RPG

A pressão na indústria dos jogos sempre é muito alta. Os jogadores esperam o melhor dos lançamentos que tanto aguardam, e a decepção com alguns títulos pode diminuir a confiança do público na desenvolvedora, além de atrapalhar toda a campanha de marketing.
Mas e se a última obra de uma empresa atingiu o status de jogo do ano e conquistou os jogadores mais do que se esperava? Esse é o dilema em torno do próximo título do diretor de Clair Obscur: Expedition 33.
Guillaume Broche falou abertamente que não tem medo e entende que o próximo jogo da Sandfall Interactive pode não repetir o sucesso esmagador de Clair Obscur.
“Eu não me importo muito com isso. É algo estranho de se dizer, mas não fizemos o primeiro jogo para agradar ninguém, e acho que ele funcionou por isso. Para o próximo jogo, o estúdio vai tomar algumas decisões drásticas também, e talvez nem todo mundo goste disso. E está tudo bem, a vida é assim. Se vão querer nos seguir ou não, a decisão é deles. Mas é assim que vemos o futuro.”
Em Clair Obscur: Expedition 33, uma entidade conhecida como a Artífice, ou Pintora, decreta anualmente o fim da humanidade. Ela grava uma idade em um monólito, e todas as pessoas com idade igual ou superior a essa marca são apagadas da existência no evento de luto conhecido como gomagem.
A cada ano, a idade limite diminui, deixando menos tempo para os sobreviventes. Para acabar com esse ciclo de luto e morte, um grupo de voluntários, os membros da Expedição 33, parte em uma missão desesperada e condenada até a torre da entidade para destruí-la de uma vez por todas.

Estudante de Jornalismo e buscando meu glorioso propósito. Criador de conteúdo nas horas vagas e fã de cinema no geral, com uma paixão especial por filminho de boneco.
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