Chainsaw Man: O Filme | O romance é a cereja da nova fase de Denji
Ritmo enxuto abre espaço para a comédia e o amadurecimento de Denji.

A decisão de transformar a segunda parte do arco do mangá em filme parecia arriscada, mas o dilema do primeiro amor em uma adolescência madura e as ansiedades que moldam a puberdade, quando o vislumbre de ser amado traz o impulso de abandonar tudo o que foi conquistado, funciona no tempo justo de 1 hora e 40 minutos. O foco é o romance, sem necessidade de se alongar em outros temas que uma temporada de anime exigiria.
Denji está um pouco mais maduro, mas ainda carrega aquela personalidade infantil. Isso o torna vulnerável, apesar de seu poder. O personagem evidencia como o roteiro de Chainsaw Man tem facilidade em criar personagens complexos e, ao mesmo tempo, muito carismáticos.
O Coração da Obra

A comédia, como já é característica do anime, é mais forte e chama mais atenção do que a ação, apesar de o estúdio MAPPA trazer lutas visualmente belíssimas que revelam um pouco mais do universo rico criado por Tatsuki Fujimoto no mangá.
A nova personagem, Reze, traz à tona a vulnerabilidade de Denji e inicia seu arco de amadurecimento. Reze é, de longe, a melhor parte do longa: tem um carisma que conquista até os novatos na obra e uma história que aproxima os dois no romance.
Valeu a Espera

Chainsaw Man: O Filme é um presente para os fãs que aguardavam o retorno do motosserra e um lembrete de que o primeiro amor muda e transforma quem está começando nesse jogo chamado vida.
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